Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda.
Um bruxo do mal que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça.
Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra, (nesta compra deveria ter de tudo do melhor que o dinheiros poderia comprar)
e levassem para a mulher com a seguinte orientação:
Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o DIABO!
E assim foi feito.
Ao chegarem na casa, a mulher os recebeu com muita alegria e foi logo guardando os alimentos, sempre louvando e agradecendo ao Senhor em seu coração.
Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, logo após descarregarem tudo, lhe perguntaram:
- A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?
A mulher, na simplicidade da fé e com lágrimas nos olhos de alegria, respondeu:
- Não, meu filho.. Não é preciso. Quando o meu Deus manda, até o diabo obedece!
por Nancy Fonseca

Somos as Chicas e as
Donzelas carregando no
corpo as mazelas
Somos gurias, carregando
na alma as quimeras…
somos Marias, das Dores,
do Parto…
Somos as Violetas, as
Margaridas, essência que
perfuma a vida
Somos
Apesar de frágeis,
A presença fote
E amiga
Somos reais
Mesmo que despercebidas.
Que neste Dia Internacional da Mulher, você se sinta como Maria, cheia da graça de Deus.
Por que o Nosso Senhor optou por vir ao mundo por meio da mulher?
Por que depois de tudo criado e formado, Deus fez manifestar a mulher?
Por que a Igreja é comparada à mulher?
Simplesmente porque você, mulher, é especial. Parabéns!
Pr. Delmo Fonseca
Efraim está ferido, sua raiz está seca, eles não produzem frutos (Os 9.16)
Todas as vezes que o livro de Oséias menciona o nome de Efraim não se refere a uma pessoa, ao filho de José, mas a uma das doze tribos de Israel. Por ser a principal tribo do reino do Norte, o nome Efraim quase sempre diz respeito ao país inteiro.
Além de estar com os seios ressecados (Os 9.14), a raiz de Efraim também está seca (Os 9.16). O adjetivo seco lembra expressões desagradáveis e incômodas, como árvore seca, erva seca, espiga seca, ossos secos, pão seco, rio seco e terra seca. Agora Efraim sofre de ventre seco, seios secos e raiz seca.
A nação está em maus lençóis. O que se pode esperar dela se sua raiz está seca? Se está seca é porque rompeu com Deus, deixou de procurá-lo, distanciou-se dos rios subterrâneos cheios de água viva. Efraim deixou de ser aquela “árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro”. Uma árvore assim não teme o calor nem deixa de dar fruto mesmo no ano da seca (Jr 17.8).
Serei como árvore plantada à beira de águas correntes, cujas folhas não murcham!
Retirado de “Refeições Diárias com os Profetas Menores” (Editora Ultimato, 2004).

Em tudo recomendando-nos a nós mesmos como ministros de Deus: na muita paciência, nas aflições, nas privações, nas angústias. —2 Coríntios 6:4
Uma vendedora de antiguidades achou que o cartão de beisebol já amassado que encontrou pudesse valer dez dólares. Após colocá-lo à venda em um site, começou a imaginar que talvez valesse mais do que pensava. Retirou a venda do site e consultou um avaliador profissional, que confirmou que aquela foto no cartão era de 1869, e exibia a primeira equipe de beisebol profissional dos Estados Unidos, o Cincinnati Red Stockings. O cartão foi vendido por mais de 75 mil dólares.
Em um artigo escrito sobre este fato, o jornalista Mike Osegueda informou que apesar do cartão estar amassado e desbotado, o mais importante era sua autenticidade — era o cartão verdadeiro.
Paulo e seus companheiros sofreram muito enquanto divulgavam o evangelho. Em 2 Coríntios 6, ele enumerou suas provações externas, suas características internas e seus recursos espirituais (vv.4-7). Tente imaginar as circunstâncias nas quais tudo isso ocorreu — espancamentos, paciência, prisão, bondade, sofrimentos, amor. Apesar de feridos fisicamente, destruídos emocionalmente e provados espiritualmente, a autenticidade da sua fé em Cristo resplandeceu claramente. “Entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Coríntios 6:10).
Em nossa caminhada com Cristo, não há nada que substitua a autenticidade espiritual — ser verdadeiro.
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Nesta mensagem, o Pr. Delmo Fonseca analisa vários aspectos da vida de Jonas e traça um paralelo com a nossa vida. Jonas fugiu da presença de Deus, foi engolido por um peixe e teve raiva, muita raiva. Não é diferente conosco.
Se desejar adquirir a mensagem, basta enviar um email para gracaevida@gmail.com e será informado a respeito do procedimento.
Ouça o início da mensagem no link de aúdio abaixo:
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por Derval Dasilio
“A felicidade do pobre parece a grande ilusão do Carnaval.” (Vinícius de Moraes)
A relação com o Sermão do Monte é notável. A multidão costumeira, vinda de distâncias, ouve enquanto espera cura e alívio. Pessoas querem ser felizes. As receitas de Jesus, em Mateus, são radicais; remédios amargos, azedume para com a prática de males comuns (hipocrisia, ganância, traição, calúnia, difamação etc.). Em Lucas, num resumo menos doloroso, fecha-se a questão: “Tudo que querem que os outros façam a vocês, façam a eles; esta é a Lei e (o que dizem) os profetas (nas Escrituras)”. Uma pregação bíblica não-fundamentalista – espírito da moral abstrata –, certamente contra regras e obediência doutrinal que se requereriam de um seguidor do Cristo de Deus.
Em seu evangelho Lucas registrou: “Ajuntem tesouros no céu”; “onde está seu tesouro está seu coração”; “o olho ilumina o corpo” ou, o olho é a “janela da alma” (como quer o documentário excelente de João Jardim e Walter Carvalho: pessoas com diferentes graus de deficiência visual, da miopia discreta à cegueira total, falam como se veem, como veem os outros e como percebem o mundo). O escritor José Saramago, o músico Hermeto Paschoal, o cineasta Wim Wenders, o neurologista Oliver Sacks, a atriz Marieta Severo, o fotógrafo e o vereador cegos, Evgen Bavcar e Arnaldo Godoy, entre outros, fazem revelações pessoais e inesperadas sobre vários aspectos relativos ao assunto. Melhor ainda é o que o povo diz nas esquinas da vida: “Pior cego é o que não quer ver”.
O ser humano tende a colocar sua confiança naquilo que lhe proporciona prazer, poder ou prestígio. O profeta Jeremias chama a atenção sobre esta realidade: “Feliz o homem que pôs sua esperança no Senhor”. E o salmista: “O homem feliz não senta na roda dos que escarnecem do pobre, do fraco e do deficiente”. A verdadeira felicidade não se baseia em coisas que passam e desaparecem. A autêntica alegria procede do próprio Deus. Quando se põe a confiança em Deus, a pessoa torna-se forte e radical; exige dignidade, serenamente. Quem assume uma experiência com Deus poderá dar frutos abundantes de felicidade. Precisamos parar de ver Deus como um velho barbudo, de raça branca, olhos azuis, sentado num trono, expressão com pose de sábio. Deus é justo e muito mais próximo do que imaginamos. Ele está além do limite de nossas idealizações ingênuas. O próprio mistério de sua concretude faz parte dos grandes segredos da vida revelados em Jesus. Emil Brunner tem a palavra certa: “Jesus Cristo faz visível a imagem verdadeira de Deus. Observando onde ele está, lá encontraremos Deus”.
De modo diverso de Mateus, Lucas passa das lamentações às bênçãos. Diz que havia muita gente, como num dia de Carnaval. E, em sua versão, sublinha a verdadeira felicidade para os pobres, os aflitos, os fracos, os deficientes, os necessitados e os perseguidos. Na severidade de Mateus, ainda se perguntará ao que ignora Jesus na vida diária, por acréscimo, e rejeita o cotidiano da violência contra o fraco e o pobre: quando vimos Jesus? E do Evangelho vem a resposta: “Quando eu estava nu e você me vestiu; faminto, e me deu de comer; doente, e cuidou de mim; com sede, aflito, e me acalmou; preso, e você me visitou” (Mt 25).
De fato, seguir Jesus traz muitos incômodos. Olhar a realidade, a sociedade egoísta, violenta e impiedosa, o comportamento não-solidário do povo e dos governantes que dão pão e circo para satisfazê-lo. Desde os camarotes do Carnaval, oferece-nos a oportunidade de observar o significado de ver ou não ver em um mundo saturado de imagens que negam a felicidade, e também a importância do direito de todos à felicidade.
A felicidade é elemento transformador da realidade – se é que é vista como direito de todos. Julgue você. O espanto diante da existência do mundo como ele é não nos permite ignorar que “o mundo da pessoa feliz é completamente diferente do mundo da pessoa infeliz” (Wittgenstein). Ser feliz é gozar direitos fundamentais, casa, comida, trabalho, escola, saúde, saneamento básico, lazer, liberdade de culto, de pensamento e de escolhas políticas? Sim. Jesus ensinaria sobre a felicidade, praticamente dizendo: “Seja feliz, siga-me!”.
• Derval Dasilio é pastor da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil. www.derv.wordpress.com
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