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Archive for dezembro, 2009

dez
30

dez
26

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.  
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:  
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.  
 
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.  
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. 
O porco se aproximou do cavalo e disse:  
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!  
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
 
O porco se aproximou do cavalo e disse:  
- Vamos lá amigo, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar… Upa! Um, dois, três.  
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:  
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. 
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:  
- Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai…
 
Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu!!!
 
Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: 
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa…’Vamos matar o porco!’
 
Ponto de reflexão:
 
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. 
Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.  
Saber viver sem ser reconhecido é uma arte. 
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional,
lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic. 
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser só uma pessoa de sucesso.

PRESTÍGIO só dá dinheiro para a NESTLÉ.

dez
23

A iluminação dos espaços públicos, os insistentes anúncios publicitários e a agitação febril das compras anunciam a todos com repetida insistência que se aproxima o Natal.

Para os cristãos a festa do Natal tem a dupla finalidade de comemorar a manifestação da graça de Deus em Belém, com o nascimento de Jesus, e de tornar presente a poder salvífica dessa manifestação que continua a actuar na nossa sociedade. Ao celebrar o Natal, comemoramos o passado e podemos vivenciar com intensidade a presença espiritual do mesmo Salvador, no meio de nós.

Os evangelistas que relatam o nascimento de Jesus acentuam dois aspectos diferentes. Por um lado, documentam a historicidade dos factos e as condições de simplicidade e pobreza em que tudo aconteceu. Tudo foi muito humilde e sem qualquer espécie de notoriedade. O nascimento de Jesus passou despercebido à grande maioria da população. Por outro lado, dão relevo a pormenores de grande importância messiânica e salvífica dos quais apenas alguns pastores de Belém e uns magos vindos do Oriente tiveram conhecimento, através de fenómenos celestes extraordinários. A eles foi revelada a divindade de Jesus, o Salvador prometido. Com Maria e José, foram eles os primeiros a quem se manifestou da graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens (Tito 2,11).

Como em Belém, também hoje o nascimento de Jesus passa despercebido para muitas pessoas que não se dão conta de tão sublime manifestação da graça de Deus. Porém, outros há que, iluminados não com a luz das estrelas mas com a luz da fé, se sentem inundados com a fulgurante manifestação dessa graça. Como os pastores e os magos, reconhecem a presença do Salvador disfarçada na humanidade sofredora dos pobres do nosso tempo e acorrem pressurosos a exprimir o seu agradecimento sincero com donativos.

Com efeito, os tradicionais presentes de Natal, causadores de tanta agitação e de tão elevadas despesas, nesta quadra natalícia, evocam os presentes que os pastores e os magos deram ao menino Jesus. Porém, forçoso é reconhecer que a habitual troca de prendas poder ser destituída da autêntica gratuidade na medida em que for contaminada pelo espírito de consumismo e de interesse comercial que domina as relações interpessoais nos nossos dias.

Ora, tal como a manifestação da graça se tornou gratuitamente fonte de salvação para todos, apesar pecadores, como nos ensina a carta a Tito, assim também na festa do Natal todos somos convidados a exprimir gratuidade para com os nossos concidadãos mais carenciados. E são tantos os que lutam com dificuldades económicas e de outra ordem, nos nossos dias e no nosso meio. Além dos problemas económicos, a nossa sociedade está marcada pela solidão, pela marginalização, pelas doenças crónicas e incuráveis, pela orfandade, pelo abandono de crianças e tantas outras situações de precariedade e de miséria moral e material. A todos eles se referia Jesus ao dizer o que fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos a Mim o fizestes (Mt 25,40). Com efeito, se reconhecemos em Jesus o Salvador e acreditamos nas Suas palavras, então temos muitas formas de nos encontrarmos com Ele e de Lhe oferecermos os nossos presentes, com o mesmo espírito de alegria e de gratidão dos pastores e dos magos.

Os magos que vieram do Oriente eram pagãos e ricos. Ofereceram ouro, incenso e mirra. Os pastores pertenciam ao povo de Israel e eram pobres. Ofereceram os dons da sua pobreza. Uns e outros se sentiram gratuitamente agraciados com os bens celestes da graça de Deus. E todos corresponderam com o que tinham ao seu alcance.

Esses factos sugerem-nos que ninguém fica excluído da salvação trazida por Jesus Cristo. E, por isso, todos nós, seja qual for a nossa condição, em troca dos dons sublimes que nos foram dados por Deus, devemos oferecer também algo do que possuímos. E todos temos muito para oferecer. Tal como a maior pobreza não é a falta de bens materiais mas a falta de amor, também o maior dom não são os presentes materiais mas o amor sincero e gratuito. Amor é o que todos podemos dar sem custos económicos e é o que mais falta faz na nossa sociedade, envenenada pela frieza das relações interpessoais e carecida do calor vivificante que só o amor lhe pode dar.

Termino com um convite: imitemos os pastores e os magos, oferecendo com generosidade algo do que nos foi dado. E, com alegria contagiante, digamos a todos: manifestou-se a graça de Deus, que é fonte de salvação para todos os homens.

Desejo a todos um Natal rico de amor!

+José, Arcebispo de Évora

dez
18

cabana

Resumo do livro

Durante uma viagem em um fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada. Há evidências de que ela foi brutalmente assassinada em uma cabana abandonada.

Após quatro anos vivendo muito triste, causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um bilhete estranho, que teria sido escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.

  • Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime em uma tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

O livro A Cabana levanta um questionamento: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?