ago
11

Realiza de novo, em nossa época, as mesmas obras, faze-as conhecidas em nosso tempo (Hc 3.2)

A história é uma beleza. É bom conhecer e recordar o que aconteceu antes de nós, antes dos nossos dias. Nos registros históricos encontramos lições, encorajamentos e exemplos. É a história que nos leva a suplicar: “Realiza de novo, em nossa época, as mesmas obras, faze-as conhecidas em nosso tempo”.

Essa oração agrada a Deus. Não estamos superestimando o passado. Estamos apenas desejando que Deus se manifeste como antes mais uma vez. Estamos suplicando que Ele faça hoje o que fez ontem. Que Ele retire a poeira acumulada desde o último grande despertamento até os dias de hoje. Que Ele mostre de novo sua glória, sua graça, seu poder. Que Ele nos visite uma segunda vez, uma sexta vez, uma centésima vez. Não importa quantas vezes Ele tem repetido a sua glória. Queremos mais uma visita extraordinária da parte dele. Outro avivamento, outra reforma, outro derramamento do Espírito, outra onda de muitas e verdadeiras conversões!

Hei de clamar ao Senhor por um avivamento poderoso nos dias de hoje!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

ago
10

…e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram. —Apocalipse 21:4

por Julie Ackerman Link

“Pense como será bom quando parar de doer”, disse meu pai. Frequentemente recebia este conselho do Papai enquanto estava crescendo, geralmente depois de alguma pequena batida ou arranhão vinha acompanhado de uma grande reação dramática. Naquele tempo o conselho não ajudava. Eu era incapaz de me concentrar em qualquer outro assunto senão em minha dor, e altos lamentos acompanhados de baldes de lágrimas pareciam ser a única reação apropriada.

Através dos anos, porém, o conselho do Papai ajudou-me a passar por algumas situações realmente infelizes. Quer fosse a dor de um coração partido ou o sofrimento de uma doença prolongada, lembrava-me de que: O agora não é para sempre.

A confiança que temos como cristãos é que Deus tem algo bom planejado para nós. O sofrimento não fazia parte de Seu ato original de criação, mas serve como um lembrete temporário do que acontece em um mundo onde a ordem de Deus foi transgredida. Também nos motiva a espalhar a palavra a respeito do plano de Deus de redimir o mundo do sofrimento causado pelo pecado.

Embora não possamos evitar a dor e o infortúnio (João 16:33), sabemos que isso é apenas temporário. Algum sofrimento será aliviado nesta vida, mas todo ele será removido quando Deus estabelecer, firme e finalmente, o Seu novo céu e nova terra (Apocalipse 21:1). O agora não é para sempre.

Os lucros do céu irão mais que compensar as perdas da terra.

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ago
08

De fato, a riqueza é ilusória, e o ímpio é arrogante e não descansa (Hc 2.5)

Quanto mais cedo se descobre que a riqueza é ilusória, menos poder ela exerce sobre o ser humano.

A riqueza é ilusória porque ela “traz muitos amigos” (Pv 19.4) que vão embora quando ela diminui ou acaba.

A riqueza é ilusória porque “de nada vale a riqueza no dia da ira divina” (Pv 11.4).

A riqueza é ilusória porque, sem mais nem menos cria asas e voa como águia pelo céu (Pv 23.5), porque não dura para sempre, e nada garante que a coroa passe de uma geração a outra (Pv 27.24).

A riqueza é ilusória porque ela sufoca a semente do evangelho, “tornando-a infrutífera” (Mt 13.22).

A riqueza é ilusória porque quase sempre está associada à opressão, à dominação, à ganância, ao consumismo, à soberba, provocando a ira divina (Tg 5.1-6).

A riqueza é ilusória porque não acompanha o rico em sua caminhada após a morte (Lc 12.20).

Farei minha a prece de Agur: “Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o necessário”!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004)

ago
04

Por que ficas calado enquanto os ímpios devoram os que são mais justos que eles? (Hc 1.13)

As cabeças pensantes não se conformam. A maior parte não consegue entender. Muitos entram em crise de fé. Os mais experimentados levam o problema à presença de Deus por meio da oração. É assim que age o profeta Habacuque: “Por que ficas calado enquanto os ímpios devoram os que são mais justos que eles?”

O velho problema consiste basicamente na observação (não tanto na constatação) de que, pelo menos nas aparências, o ímpio parece estar mais livre de dores do que o justo. A mais conhecida vítima dessa variação emocional chama-se Asafe. Esse ministro de louvor conta sua própria experiência: “Quanto a mim, os meus pés quase tropeçaram; por pouco não escorreguei. Pois tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade desses ímpios” (Sl 73.2,3).

Por ter entrado na presença de Deus com seus questionamentos, Asafe descobriu que tanto a prosperidade do ímpio como as contrariedades do justo são coisas relativas — levando-se em conta principalmente a escatologia cristã, que anuncia a eterna e perfeita felicidade do justo e não do ímpio.

Vou manter a todo vapor a certeza de que olho nenhum viu o que Deus preparou para aqueles que o amam!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

ago
01

Todas as suas fortalezas são como figueiras carregadas de figos maduros; basta sacudi-las, e os figos caem em bocas vorazes (Na 3.12)

Não é possível! Como as fortalezas de Nínive podem cair ao chão com a mesma facilidade com que os figos maduros caem em bocas vorazes? Por mais surpreendente que seja, esse desmoronamento jamais pensado acontece com freqüência na história e na profecia.

Parecia impossível, mas o enorme templo de Dagom desabou com a força física de um único homem, causando a morte de mais de 3 mil pessoas (Jz 16.25-30).

Parecia impossível, mas aquela colossal estátua do sonho de Nabucodonosor tombou e virou pó que o vento levou, ao ser atingida por uma pedra que se soltou do espaço (Dn 2.31-35).

Parecia impossível, mas, como Jesus havia predito do templo de Jerusalém, construído por Herodes, não ficou pedra sobre pedra (Mt 24.2) quando os romanos invadiram e destruíram a cidade no ano 70 depois de Cristo.

O recado que Deus quer passar a todas as nações e etnias é que elas não são tão poderosas como pensam. Uma simples sacudidela as coloca para sempre no chão.

Minha casa está sendo construída sobre a rocha e não sobre a areia!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

jul
30

Sem algemas

Agora vou quebrar o jugo de seu pescoço e arrancar as suas algemas (Na 1.13)

O melhor dia na vida de toda pessoa não é o dia do nascimento, não é o dia da festa dos quinze anos, não é o dia da formatura, não é o dia do casamento, não é o dia do batismo nem o dia da pública profissão de fé. O melhor dia é o dia em que Deus quebra o jugo do pescoço e arranca as algemas das mãos.

Todos nascem já com o problema do pecado, que vai se avolumando com o tempo. O pecado nos coloca sob diferentes jugos e algemas, que variam de pessoa em pessoa. Coisas simples de superar para uns são cadeias para outros. Nem sempre essas cadeias são crimes e escândalos. Podem ser as cadeias do medo, da ansiedade, da inveja, do ciúme, do ódio, da incredulidade, da gula, da presunção, do consumismo, da lascívia, da preferência homossexual, do rancor, da sovinice, do álcool, das drogas etc.

O melhor dia da vida é quando o algemado acredita na promessa do Senhor — “Agora vou quebrar o jugo do seu pescoço e arrancar as suas algemas” — e dela se apropria!

Uma vez livre das algemas pela ação do Senhor, tomarei todo o cuidado para não me aprisionar outra vez!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

jul
28

Desabamentos

As comportas dos canais são abertas, e o palácio desaba (Na 2.6)

Logo o palácio? O palácio não é o prédio mais importante da nação? A sede do governo não está ali? Não é a casa do rei? Por que não desabaram as construções mais antigas ou mesmo aquele poste ou aquela ponte?

A Bíblia está cheia de desabamentos. Desabou a casa do filho mais velho de Jó e todos os filhos morreram (Jó 1.18,19). Desabou o templo de Dagom, o deus dos filisteus, sobre cerca de três mil homens e mulheres (Jz 16.23-30). Desabou a grande estátua do pesadelo de Nabucodonosor (Dn 2.31-35). Desabou a torre de Siloé, soterrando 18 pessoas (Lc 13.4).

O desabamento nem sempre é uma expressão de juízo de Deus. Também nem sempre é um mero acidente. Pode ser uma coisa ou outra.

O pior de todos os desabamentos aparece no final do Sermão do Monte. Jesus deixa bem claro que aquele que constrói seu edifício religioso, sua esperança, sobre a areia e não sobre a rocha, terá a infelicidade de ver o desabamento de tudo, mais cedo ou mais tarde (Mt 7.24-29).

Lerei e porei em prática o que está escrito nas Escrituras para não ver meu edifício religioso desabar!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).